
Instituído pela UNESCO em 1995, o Dia Mundial do Livro celebra o valor da leitura, dos livros e do direito ao conhecimento como pilares fundamentais para o desenvolvimento humano e social.
A Confederação Sindical da Educação dos Países de Língua Portuguesa (CPLP-SE) reafirma, nesta data, que a leitura é um instrumento essencial de transformação social, capaz de modificar a forma como indivíduos e coletividades compreendem o mundo e nele intervêm.
O acesso a bibliotecas públicas, a documentos, a espaços de produção e difusão do conhecimento não pode ser privilégio de poucos, deve ser um direito de todos. Esse acesso precisa estar garantido no âmbito de uma educação pública, gratuita, laica, socialmente referenciada, emancipadora, libertadora e crítica, que possibilite a crianças, jovens e adultos ampliar seus horizontes, suas consciências e suas possibilidades de vida.
Da mesma forma, o direito ao acesso às novas tecnologias, que permitem a leitura em formatos digitais e o contato com obras fundamentais da humanidade, deve ser assegurado como parte integrante das políticas educacionais, ampliando as formas de acesso ao conhecimento e democratizando ainda mais a cultura.
Pensar a escola, o direito à leitura e o acesso universal ao conhecimento não pode ser tratado como ação pontual ou política de governo. Trata-se de uma política de Estado, estruturante, contínua e comprometida com a justiça social. A garantia do direito ao conhecimento é elemento central para qualquer projeto de desenvolvimento sustentável, soberano e inclusivo.
Neste Dia Mundial do Livro, a CPLP Sindical da Educação reafirma que o acesso aos livros, à leitura e ao conhecimento é um direito humano fundamental e uma condição indispensável para a construção de sociedades mais justas, democráticas e igualitárias.









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